


"A fructibus eorum cognoscetis eos"




in Campeão das Províncias de 15 de Novembro
COMENTÁRIO POLITICAE
Será, eventualmente, a concretização e o culminar do clima de impunidade que graça em Portugal.
Note-se que um determinado tipo de arguídos não contesta o conteúdo das escutas, nem tão pouco tenta encontrar um contexto que as justifique. Não. Pede a nulidade das mesmas. Temos vários exemplos públicos: Valentim Loureiro, Pinto da Costa e Isaltino Morais. Agora, no nosso burgo, Luis Vilar.
Faz-me lembrar um filme que vi há uns anos. O filme é " O ESQUADRÃO DA JUSTIÇA". Um fantástico filme que nos deixa a pensar. Neste electrizante drama, Steve Hardin (Michael Douglas), um jovem juiz, precisa dar satisfações à sua consciência quando "criminosos" são libertados por si nos tribunais onde é juiz, devido à acção de advogados astutos que encontram obscuros furos na lei, ou falhas meramente processuais (e não outras) na investigação criminal que põem em causa definitivamente a realização da justiça.
Hardin sente-se totalmente impotente até que o convidam a entrar na Sociedade Secreta de "O Esquadrão da Justiça", um pequeno grupo de juizes e advogados, determinados a estabelecer sua própria justiça, na convicção de que a sociedade tem de julgar os "criminosos" culpados mas libertados por erros processuais e falhas do sistema de justiça.
Em reuniões secretas a portas fechadas, eles decretam suas próprias sentenças para os culpados que escaparam do sistema sem pagar seus crimes. Co-estrelando Hal Holbrook, "O Esquadrão da Justiça" é um drama forte e instigante - um suspense tão actual e relevante como as manchetes dos jornais dos dias que correm - independentemente de, como é óbvio, ninguém dever ter a convicção de que tudo se resolverá fazendo justiça pelas próprias mãos. Há outros caminhos. Tem de haver.
Este ano e nos próximos, a Estradas de Portugal (EP) necessita de 9.574 milhões de euros para fazer face aos compromissos assumidos, conclui o Tribunal de Contas (TC) numa auditoria à empresa, relativa aos anos 2004/2006.
Neste montante inclui-se 3.153,4 milhões para rendas/portagens virtuais.
Entre 2008 e 2032, os encargos com as Scut atingem os 14.675 milhões de euros.
anónimo disse:
A estes pode-se acrescentar um outro famoso jurista das mil avenças que vai aproveitando o nome do pai para enriquecer. só não se percebe porque insiste na política caseira da concelhia e distrital de Coimbra do PS. O que vale é que ninguém o leva a sério! Força Mário chuta com estes oportunistas de cá para fora.COMENTÁRIO POLITICAE:
Ao contrário do sugerido pelo primeiro anónimo, o POLITICAE apenas decidiu seleccionar melhor a publicação dos comentários, razão pela qual aparecem muito menos comentários publicados aprovados.
Não queira imaginar a quantidade e sobretudo o teor do conteúdo de algumas delas que pela gravidade que comportam jamais serão por nós publicadas.
Exactamente por se avizinharem tempos muito difíceis para os dois principais partidos em Coimbra, PS e PSD, optamos, agora, não não permitir comentários. À medida que o tempo for tornando mais sólida e consistente a democracia participativa ou caso encontremos uma nova fórmula para identificar os comentadores, com pré-registo e envio de dados biográficos, por exemplo, pensaremos em reabrir os comentários a todos.
in campeão das provincias...