quinta-feira, abril 27, 2006

FORÇA ZÉ...

José Alberto Pereira Coelho tornou-se o segundo candidato às eleições directas para líder do PSD, depois de ter formalizado a sua candidatura na sede do partido poucos minutos antes do prazo limite.
José Alberto Pereira Coelho, que se auto-intitula como «um militante de base de Coimbra», chegou à sede do PSD, em Lisboa, às 18:45, 15 minutos antes do prazo limite para entrega das candidaturas às primeiras «directas» do partido e pouco mais de uma hora depois do actual líder, Luís Marques Mendes, ter formalizado a sua recandidatura.
Mais de uma hora e meia depois, saiu do edifício e anunciou aos jornalistas que é candidato. «Candidato-me para ganhar», afirmou.
«Sou candidato à liderança mesmo num quadro desigual, porque não tivemos acesso à listagem de militantes», salientou, lembrando que sempre se bateu pela eleição directa do presidente do partido. Uma candidatura que, acrescentou, é também uma resposta à «ausência de muitos».
Questionado sobre porque razão demorou tanto tempo a entregar o processo de candidatura e a moção de estratégia global, José Alberto Pereira Coelho disse que isso se deveu «a questões menores», sem especificar o que se passou, e a ter estado «em amena cavaqueira» com pessoas que não via há muito tempo.
José Alberto Pereira Coelho adiantou ainda que apresentou «bem mais» do que as 1.500 assinaturas necessárias à formalização da sua candidatura.
«Não sei se está A ou B. Os militantes é que têm a palavra no dia 5 de Maio», referiu, salientando que o facto de existirem duas candidaturas às primeiras «directas» do PSD irá dignificar o partido.
De acordo com o regulamento da eleição directa do presidente da comissã o política nacional, cabe agora ao Conselho de Jurisdição Nacional aferir a regularidade da candidatura.
As «directas» irão decorrer dentro de uma semana e meia, a 5 de Maio, e poderão votar cerca de 55.000 militantes do PSD, menos de metade dos 120 mil inscritos no partido.

terça-feira, abril 25, 2006

Não há Fumo sem Fogo???

PS – Vilar pede suspensão de mandato de vereador

O socialista pediu, ontem, a suspensão do mandato de vereador por três meses e confirmou ser arguido num processo de inquérito criminal.O vereador do PS da Câmara Municipal de Coimbra, Luís Vilar, que é também o presidente da Comissão Política Concelhia de Coimbra do PS, pediu ontem a suspensão das suas funções autárquicas por três meses, "prazo julgado adequado para o termo da investigação" criminal no âmbito da qual confirmou ser arguido.
O pedido foi entregue ao presidente da Câmara Municipal, Carlos Encarnação, num documento onde o socialista considera "não se encontrarem reunidas as condições indispensáveis à sua [Luís Vilar] manutenção em efectividade de funções"."Em primeiro lugar, o exercício do cargo, nas circunstâncias actuais, propicia a existência de suspeitas sobre o detentor do cargo de vereador e sobre o órgão de que o mesmo faz parte, podendo pôr em causa a confiança dos eleitores e munícipes de Coimbra.
Em segundo lugar, porque a manutenção do ora requerente em efectividade de funções pode constituir um constrangimento à investigação em curso", lê-se no texto dirigido a Encarnação e que foi distribuído no início da reunião quinzenal do executivo camarário, que aprovou por unanimidade o pedido de Vilar.A suspensão do mandato de vereador surge no seguimento de uma notícia publicada na passada quinta-feira pelo semanário "Campeão das Províncias" segundo a qual Vilar terá sido constituído arguido pela prática de crimes de corrupção e tráfico de influências, suspeitas que o socialista não confirmou "por desconhecimento da matéria constante nos autos" e por "vínculo ao segredo de Justiça".
"Apenas cabe ao requerente confirmar a sua actual qualidade de arguido no âmbito de um processo de inquérito criminal, cujos termos pendem nas competentes instâncias de Justiça, na Comarca de Coimbra", lê-se no documento."Sucede, porém, que a fazer fé no teor de tal notícia, tais alegadas suspeitas de corrupção referir-se-ão a actuações do ora requerente na sua qualidade de vereador desta Câmara Municipal, a exemplo do que sucederá na imputada prática de tráfico de influências", continua o texto, onde Luís Vilar sublinha não poder alhear-se "do impacto" que tais suspeitas "suscitam sobre a sua actuação passada, presente e futura, enquanto vereador".
No pedido de suspensão, o socialista salienta que a posição não traduz "a assumpção" de "quaisquer condutas ou responsabilidades em relação às alegadas imputações". E acrescenta que "em momento algum deixou de pugnar pela defesa do interesse público". O pedido, escreve ainda, foi feito por um "inadiável imperativo de consciência, em ordem a garantir a transparência e a absoluta honorabilidade às funções e ao respectivo desempenho".
Num outro documento que havia lido no início da sessão camarária – que abandonou após a aprovação da suspensão de funções pelos restantes vereadores – Luís Vilar disse que irá defender a sua "dignidade, honra, reputação e bom nome".
"Assumo a responsabilidade do auto-afastamento das funções autárquicas [...] de forma a não colocar em causa a idoneidade do meu partido e dos respectivos militantes. Não permitindo que seja quem for e por que for utilize indevidamente a minha pessoa e/ou o Partido Socialista para interesses internos, externos ou outros", preconizou ainda.E acrescentou não aceitar que "atitudes de coacção, mais ou menos veladas, designadamente por via de cartas anónimas", como terá alegadamente acontecido com a investigação em causa, "logrem conseguir" a sua "retirada forçada da vida política e da vida pública ao serviço da comunidade", onde diz tencionar "continuar a exercer" os "direitos de cidadania".
Encarnação agradece e Baptista elogiaA decisão de Vilar não mereceu grandes intervenções por parte dos restantes membros do executivo. Apenas o presidente da Câmara interveio para agradecer a "colaboração" de Luís Vilar e para criticar a violação do segredo de Justiça. "Do ponto de vista substancial, entendo que a violação do segredo de Justiça é grave, desequilibradora do Estado de Direito", disse.Já o socialista Victor Baptista, que não usou da palavra durante a sessão, acabou por elogiar, em declarações aos jornalistas, a atitude de Vilar. "Acho que foi digno", disse, afirmando não ver "para já" a necessidade de Vilar suspender as funções que desempenha no PS.
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segunda-feira, abril 24, 2006

O futuro está na malta nova...

Parece que os rapazes da JSD também aderiram à moda dos Blogs, mas ainda lhes falta um pouco para chegarem ao nível dos nossos Jovens Socialistas...

Assim vão as Juventudes Partidárias na Blogoesfera...

sexta-feira, abril 21, 2006

Líder da Concelhia do PS desafiado a demitir-se


Luís Marinho, candidato à presidência da Federação Distrital de Coimbra do PS, desafiou, ontem, o presidente da Concelhia socialista, Luís Vilar, a demitir-se.
Em causa está o facto deste dirigente partidário, também vereador da Câmara de Coimbra, ter sido constituído arguido no âmbito de um inquérito, desencadeado pelo Ministério Público, para averiguar indícios da prática dos crimes de corrupção e tráfico de influências.
O candidato à Distrital socialista, que não conta com o apoio de Vilar, não demorou a reagir à notícia do semanário "Campeão das Províncias", que, ontem, envolveu o líder concelhio do PS naquele processo. "Estou simplesmente chocado com a notícia. Defendo que [Vilar] devia retirar-se ou mesmo demitir-se da presidência da Concelhia enquanto estiver a decorrer este processo", defendeu Luís Marinho, em conferência de Imprensa, convocada com carácter de urgência.
Ao JN, Vilar aconselhou aquele ex-eurodeputado a "ter cuidado com aquilo que diz". "Tanto mais que foram muitos os telefonemas de solidariedade que recebi, desde militantes de base a altos dirigentes partidários, deputados e autarcas, mesmo de outros partidos", contou. O vereador observou também que, "sendo Luís Marinho licenciado em Direito, não deve desconhecer o princípio da inocência".
Sobre o inquérito em que é arguido, Vilar recusou-se a prestar declarações, invocando o segredo de justiça. Mas afirmou-se de "consciência completamente tranquila", garantindo "total disponibilidade para esclarecer" questões relacionadas com a investigação da Polícia Judiciária.Em causa estão os contornos de negócios que terão envolvido empresas de que Luís Vilar foi colaborador.
Um deles terá sido a venda do antigo edifício dos CTT, na Avenida Fernão de Magalhães. O imóvel foi comprado por uma empresa que o vendeu horas depois, lucrando milhões.Para Vítor Baptista, o outro candidato à Distrital do PS, é "estranho que a notícia [do referido semanário] tenha saído dois dias antes do acto eleitoral. Mas quem é o candidato do PS sou eu".
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quinta-feira, abril 20, 2006

NO COMMENTS...

Luís Vilar (PS) arguido sob suspeita de corrupção

O presidente da Comissão Política Concelhia do PS/Coimbra, Luís Vilar, foi constituído arguido no âmbito de um inquérito desencadeado para averiguar indícios de prática de corrupção e tráfico de influências, disse ao “Campeão” fonte ligada ao processo.
Vereador da Câmara de Coimbra desde meados da segunda metade da década de 90 [do século XX], foi reeleito recentemente para cumprir terceiro mandato como líder partidário de âmbito concelhio. Luís Vilar já foi ouvido na Polícia Judiciária de Coimbra e houve lugar à realização de uma diligência numa unidade do grupo empresarial TCN a que o arguido esteve ligado como consultor e de cujos quadros faz parte o presidente da Comissão Política Concelhia de Coimbra do PSD, Marcelo Nuno. À constituição como arguido tanto poderá seguir-se a dedução de acusação, a cargo do Ministério Público (MP), como o arquivamento do processo, caso o Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) conclua pela falta de provas. A eventual acusação poderá dar lugar a um pedido de abertura de instrução, da iniciativa do arguido. Se isso acontecer e for proferido despacho de pronúncia, pelo Tribunal de Instrução Criminal (TIC), segue-se a audiência de julgamento. Caso o TIC opte pelo despacho de não-pronúncia, o MP pode recorrer para o Tribunal da Relação de Coimbra, cuja decisão assume carácter definitivo em matéria de pronúncia ou de arquivamento dos autos. A abertura do inquérito foi desencadeada por uma denúncia anónima presumivelmente relacionada com a angariação de fundos para as campanhas das eleições autárquicas. Segundo apurou o nosso Jornal, casou estranheza em certos meios que, alegadamente, nas vésperas da campanha eleitoral para as autárquicas de Outubro de 2005, um magistrado do MP tenha prescindido de pedir ao TIC para pôr sob escuta o telemóvel do líder da Comissão Concelhia do PS/Coimbra. As escutas acabaram por ser feitas posteriormente.
Sem motivos para deixar de intervir
Luís Vilar é amigo do empresário e administrador da BragaParques Domingos Névoa, recentemente acusado, em Lisboa, pelos irmãos Sá Fernandes, de tentativa de corrupção. A alegada tentativa de subornar José Sá Fernandes (eleito pelo Bloco de Esquerda para a vereação da Câmara de Lisboa) visaria levar o autarca a desistir de uma acção contra a empresa. Um aspecto que o MP e a Polícia Judiciária têm na mira é a venda, em 2003, do antigo edifício dos Correios sito na avenida de Fernão de Magalhães (Coimbra). Independentemente de Luís Vilar desfrutar da presunção de inocência, os investigadores querem esclarecer os contornos de um negócio em que interveio a Demagre - Compra de imóveis para revenda, empresa que terá alcançado um lucro de 5,2 milhões de euros em poucas horas. Pelo menos um dos sócios da Demagre está (ou esteve) ligado ao Grupo TCN. Para a Associação de Informática da Região Centro funcionar no antigo edifício dos Correios a Câmara de Coimbra paga uma renda mensal de 22.800 euros, medida recentemente posta em xeque pelo vereador Gouveia Monteiro (CDU). Enquanto vereador e líder concelhio do PS, Luís Vilar absteve-se de questionar a acumulação de funções de José Eduardo Simões como director de urbanismo na Câmara de Coimbra e dirigente da Académica/OAF, bem como os processos do empreendimento Jardins do Mondego e da construção de uma moradia a jusante da rua de Machado de Castro. No início deste ano, o edil interveio numa votação em que a CMC autorizou a empresa inglesa Ebony Concepts Limited a elaborar um plano de pormenor da quinta de São Jorge de Milreu destinado a avaliar se é possível destinar 20.000 metros quadrados de terreno a habitação. A proposta está associada ao propósito de “enquadrar o processo de desenvolvimento e expansão” da Escola Universitária de Vasco da Gama (EUVG), cujo alvará pertence à ACSJM - Associação Cognitária de São Jorge de Milreu (entidade de que Luís Vilar é membro, à semelhança dos autarcas socialistas Victor Baptista e Abílio Vassalo Abreu). “Não tenho os motivos de Marcelo Nuno nem de Victor Baptista para deixar de intervir”, declarou Vilar, na reunião camarária de 9 de Janeiro de 2006, em alusão ao facto de ambos os vereadores terem declinado tomar parte na discussão e votação. A recente saída e entrada de membros da Associação Cognitária coincidiu com a promessa de venda de uma área de 37,6 hectares à Tramcrone (Grupo TCN), cuja posição contratual acabou por ser cedida à Ebony Concepts Limited. Segundo apurou o nosso Jornal, a Sociedade Mosteiro de São Jorge Construções, Lda. prometeu vender, por cinco milhões de euros, à Tramcrone, um prédio misto com 376.400 metros quadrados (ver edições de 12 de Janeiro e 2 de Fevereiro de 2006). Fonte conhecedora do assunto disse ao “Campeão” que haverá um acordo no sentido de a ACSJM se tornar proprietária das instalações da EUVG no horizonte de 20 anos. Notificada pela TCN a respeito da cedência da respectiva posição contratual, a Associação Cognitária comunicou à Ebony ser necessário “providenciar novas áreas de construção destinadas ao desenvolvimento da Escola Universitária de Vasco da Gama”. O “Campeão”, à hora de fecho desta edição, tentou, sem sucesso, obter uma declaração de Luís Vilar.

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terça-feira, abril 18, 2006

QUANDO OS POLÍTICOS PERDEM A VERGONHA!

P e n s a m e n t o s ...
Quando os políticos perdem toda a vergonha deixam de se olhar ao espelho.Quando isso acontece acusam outros políticos, sobretudo mais brilhantes, de ausência, no caso dos mais brilhantes terem desempenhado importantes funções europeias, em nome de Portugal.
Mas entretento os acusadores esquecem que quando os partidos solicitam a alguns dos seus quadros para desempenharem funções importantes na Europa, eles estão ao serviço de Portugal, portanto mais indisponíveis para o trabalho partidário diário.
A coisa torna-se ainda mais escabrosa quando quem acusa tem telhados de vidro para pior.
A coisa é grave quando um político assume um compromisso com o partido no qual milita de ir temporariamente desempenhar funções fora de Portugal, no pressuposto de algum tempo depois servir o partido noutra sede, noutra instituição e foge!
Isto é que é grave. Gravíssimo! Sobretudo quando o acusador do político brilhante é o político fugitivo e incumpridor.

segunda-feira, abril 17, 2006

RECORDAM-SE ?


Gostaríamos de ver melhor o que fica em baixo de água...

domingo, abril 16, 2006

VAMOS VIRAR A PÁGINA, CREDIBILIZAR E FORTALECER O PS EM COIMBRA.


EM NOME E PELOS CIDADÃOS temos essa responsabilidade.
Vamos todos no próximo dia 22 de Abril às urnas em todo o distrito virar a página negra em que mergulhou o PS em Coimbra nos últimos anos.
Enquanto o PS vence eleições nacionais, o PS no distrito tem os mais humilhantes resultados eleitorais. Nas últimas legislativas, vencendo, teve um dos piores resultados nacionais, o mesmo se passando com as autárquicas e com as Presidenciais.
O actual Presidente da distrital rosa já mostrou como é intrinsecamente, como se comporta nos vários órgãos onde representa o PS e que tipo de política é a sua. Também já mostrou como reage à crítica e o que é capaz de fazer para limitar ao máximo alternativas ao seu pequeno "poder".
Nas eleições autárquicas passadas demonstrou bem quais os seus reais instintos: os da sobrevivência política pessoal. Prejudicou o PS, mas conseguiu os seus propósitos.
Sim, prejudicou o PS porque não me venham dizer que o PS perderia em qualquer uma das Câmaras onde o conflito se instalou-Coimbra e Figueira. É discutível, eu até acho que poderíamos ter vencido uma delas, porém, mesmo admitindo que perderíamos ambas em qualquer circunstância, gostaria de perguntar a todos se é realmente indiferente perder por 40% do que perder por 20%.
Se é a mesma coisa eleger gente de qualidade capaz de fazer uma oposição capaz de construir uma alternativa verdadeiramente vencedora em 2009, ou eleger um conjunto de pessoas que nada farão e que são conhecidas do grande público com uma imagem bem negativa de há muito ?!
A política só continua a aliciar pessoas se ela fortalecer a Democracia, se a política e os políticos, pelas suas condutas, fragilizam a Democracia, as pessoas afastam-se cada vez mais.

quinta-feira, abril 13, 2006

ESTE SR É O MAIOR.......

Victor Baptista recandidata-se à liderança do PS/CoimbraO líder da Federação Distrital de Coimbra do PS

Victor Baptista, justificou hoje a sua recandidatura ao cargo com a necessidade de construir «uma cultura positiva» e de virar o partido «para o exterior».

«Quero contribuir para um PS virado para o exterior e que se afirme pela positiva», afirma na moção «Trabalhar e Modernizar - Para Ganhar o Futuro», apresentada hoje a par com a sua candidatura nas eleições para a federação, marcadas para o dia 22.

Ao intervir perante militantes que compareceram na sessão, na sede da federação, Victor Baptista disse não ter, «ao contrário de outros, uma lógica na política de dizer mal de tudo e de todos».

«Não ando numa lógica de outras moções, que dizem que a política na Federação de Coimbra está a atingir o grau zero. Quem está a atingir o nível zero, são os que durante mais de 17 anos se esqueceram do PS e agora põem tudo em causa», afirmou, sem nunca mencionar o seu adversário nestas eleições, o ex-eurodeputado Luís Marinho.

Os críticos, adiantou, «vão verificar, no dia 22, que estão afastados das estruturas do PS».
Na moção, o deputado avança com um plano de acção com 30 medidas, entre as quais o reforço do gabinete de estudos, a criação de um departamento de formação e organização de uma universidade de verão, destinada a quadros mais jovens.

O apoio «sem reservas» ao secretário-geral do PS e primeiro- ministro, José Sócrates, e o acompanhamento com «especial atenção» de projectos estruturantes para o distrito e região, como o Hospital Pediátrico, o metro ligeiro de superfície e as obras do porto da Figueira da Foz, são outras das propostas.

Respondendo aos jornalistas, Victor Baptista disse que mais de 1000 militantes já subscreveram a sua candidatura, apoiada também por «todos os presidentes de câmaras socialistas e pelo independente Ivo Portela», deputados e por «praticamente todas as grandes comissões políticas concelhias».
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Dia 22 veremos...os socialistas sabem decidir por si...

co-incineração é «inócua para a saúde»

A resposta veio da bancada socialista, com o líder da federação de Coimbra, Victor Baptista, a demarcar-se de anteriores posições de Alegre, que agora tem mantido o silêncio.
«Os deputados do PS assumiram em manifesto distrital um compromisso: sempre que estiver em causa a saúde pública apoiaremos as populações», assegurou, mas sublinhando que os problemas de saúde em Souselas não se devem à co-incineração «que ainda não existe».
«Coimbra vai continuar a ser uma cidade do conhecimento, com saúde», acrescentou.

Euclides Dâmaso Ciclicamente, o director do Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Coimbra entende alertar para o fenómeno da corrupção.
Voltou a fazê-lo, na semana passada, em Braga, no âmbito de uma iniciativa da Associação Europeia de Estudantes de Direito.
Ao aludir a “alarmantes sinais de disseminação do fenómeno corruptivo”, o magistrado do Ministério Público vincou que “grande parte da economia portuguesa flui no mercado paralelo”.

Recentemente, um perito do Banco Mundial advertiu que os índices de desenvolvimento e de qualidade de vida em Portugal poderiam ser idênticos aos da Finlândia caso a dimensão da corrupção no Sul da Europa estivesse ao nível da dos países nórdicos.

quarta-feira, abril 12, 2006

é esta a Cidade que temos???

Coimbra por trás. Sempre achei que devia haver algo de muito errado numa cidade em que os estudantes gostam de andar vestidos à padre. Passam alguns, negros e poeirentos. Uma cidade cujas livrarias na baixa são inimagináveis de provincianas, escuras, mal abastecidas, quase sem livros estrangeiros. Apenas o Direito é rei e senhor, tudo o resto leva à pergunta: como pode uma cidade universitária ter livrarias assim? Tudo triste, baço, esquecido da "modernidade" como agora se diz. Mal por mal, prefiro ver as notícias necrológicas ainda coladas nas paredes como nas aldeias e vilas do Norte. É certo que me parecem ser feitas já em computador e impressas a laser ou jacto de tinta, e depois prosaicamente copiadas. Algures ainda devem ser feitas em tipo de chumbo, apertado nas caixas a cordel, e com os filetes para ocupar espaço. Província pura, o que em si não é mal nenhum, não fosse ser esta a terra da "Lusa Atenas".
aqui

Vamos lá a despertar...A mudança só depende de cada um de vós...

ACONTECE...

... aos partidos que não são capazes de transformar, de mudarem e de darem a volta ao status quo que afasta os cidadãos que deixam de acreditar na qualidade, bondade, eficácia e capacidade de mudança dos partidos.
Os que criticam em baixo da mesa mas, nos momentos decisivos, assobiam para o lado fingindo nada verem ou sentirem estão a contribuir decisivamente para o fim do actual modelo partidário, não podendo a sociedade civil contar com eles para operar as grandes mudanças.

Se não estão num partido para ajudar os cidadãos, então só podem estar para se servirem do sistema.

segunda-feira, abril 10, 2006

Lembrei-me...

"Nunca devemos mudar de cavalo no meio do rio"

Autor: Lincoln , Abraham

domingo, abril 09, 2006

BEM PREGAM OS PARTIDOS...


Imagem retirada do site do PT brasileiro.

Achámos interessante.

quarta-feira, abril 05, 2006

Já se fala do PS Coimbra no país...

Luís Marinho candidato à Federação Distrital do PS Coimbra

O ex-deputado europeu Luís Marinho apresentou na terça-feira, em Coimbra, a sua candidatura à presidência da Federação Distrital do Partido Socialista, cujas eleições vão disputar a 22 de Abril.

Numa sala repleta de militantes, Luís Marinho acusou, sem mencionar nomes, a actual direcção presidida por Vítor Baptista, que se recandidata a um segundo mandato, de fechar as portas aos militantes e de não ter discutido os últimos desaires eleitorais (autárquicas e presidenciais).
«É mais fácil para os nossos líderes distritais cavalgar o distrito a toda a pressa, para não perderem as rédeas do seu pequeno poder, do que abrir a porta aos militantes para discutir política, na hora e com profundidade», sublinhou o candidato.
Sob o slogan «Um PS amigo, credível, decisivo e ganhador», Luís Marinho afirmou que «é preciso repor no PS, os seus fundamentos e valores. Trazê-lo à democracia interna e participativa».
Segundo o ex-deputado europeu, «por muito dramático que seja, pensar que 30 anos depois de Abril há no partido da liberdade, que somos nós, um problema democrático».
Perante as dezenas de militantes que o escutavam, o candidato à Federação Distrital prometeu «um PS amigo, onde a militância seja um acto comum, plural e solidário, empenhada em causas e não em interesses comezinhos».
Licenciado em Direito pela Universidade Coimbra, Luís Marinho foi dirigente nacional do partido, deputado na Assembleia da República e líder da bancada socialista no Parlamento Europeu, onde durante cinco anos foi vice- presidente.
Na cerimónia foram apresentados o professor catedrático Romero Magalhães, como mandatário da candidatura, e o estudante universitário Manuel Milagre de Sousa, como mandatário para a juventude.
Diário Digital / Lusa

MARINHO ENCHE HOTEL D. INÊS. MARCARAM PRESENÇA TODOS OS CONCELHOS DO DISTRITO.