sábado, agosto 25, 2007

LIGAÇÕES PERIGOSAS ENTRE PSD E GRANDE CONSTRUTORA CIVIL: SOMAGUE


OBJECTIVAMENTE SOMAGUE PAGOU FACTURA AO PSD ENQUANTO PSD ERA GOVERNO.


PSD recebeu financiamento ilícito da Somague
O Tribunal Constitucional deu como provado o financiamento ilegal do PSD por parte da Somague. Foram 233 mil euros pagos pela construtora à empresa Novodesign em nome do PSD. As contas dizem respeito a 2002.


O PSD violou a Lei do Financiamento dos Partidos, incorrendo em ilegalidades objectivas. O Tribunal Constitucional deu como provado o financiamento ilegal do Partido Social-Democrata em 2002.Em causa está uma prestação de serviços da empresa Novodesign ao PSD que foi facturada em nome da Somague SA.O pagamento por terceiros de despesas de um partido é considerado um financiamento indirecto e torna-se ilegal se estiver fora dos limites previstos pela lei - o que aconteceu neste caso.
O PSD não conseguiu explicar as contas durante a fase de investigação. As infracções agora provadas são puníveis com coimas para o partido, para os dirigentes responsáveis e para as empresas envolvidas.A situação foi denunciada no ano passado pela Direcção Geral de Impostos à Entidade das Contas e Financiamentos Político, quando uma factura suspeita foi detectada numa inspecção do Fisco à sociedade Brandia Creating, que é proprietária da Novodesign.
Os inspectores encontraram uma factura emitida à construtora Somague SA, com data de 15 de Março de 2002, com o valor de 233415 euros. Durante a inspecção foram encontradas mais sete facturas com o mesmo valor e a mesma data com a indicação de «serviços prestados ao PPD-PSD». Este conjunto de facturas foi anulado e foi emitida uma factura única com o mesmo valor para ser cobrada a Somague.Segundo a agência Lusa, os funcionários da Novodesign disseram à Polícia Judiciária que foi o próprio PSD que pediu que as facturas dos serviços fossem emitidas à Somague.
O pagamento por terceiros de despesas em aproveito de um partido político é considerado um donativo ilegal. Os donativos de pessoas singulares são aceites mas com o limite de 30 salários mínimos mensais.
O líder do PSD, Marques Mendes, reconheceu hoje que "seria melhor" se situações que envolvem a SOMAGUE e o partido não acontecessem mas garantiu que, se houver alguma irregularidade, o partido assume a responsabilidade.
COMENTÁRIO: e esta eim??!!! Marques Mendes volta a surpreender pela negativa, desta vez para afirmar que o PSD lá estará para assumir todas as responsabilidades que decorrem do partido ter recorrido ao financiamento de uma sua dívida de campanha à Somague, grande construtiora civil, sempre potencial oponente em vários concursos públicos lançados pelo Estado, tendo como protagonista do "negócio" o Secretário de Estado das Obras Públicas laranja.
Bom valha-nos isso! Pelo menos Marques Mendes asume a responsabilidade e depois de assumida põe um ponto final no assunto como se tudo ficasse resolvido e definitivamente corrigido e tratado!
O PSD não consegue convencer os portugueses que é realalternativa!

quinta-feira, agosto 16, 2007

PS exige assessor da sua confiança


O Partido Socialista exigiu ontem que o presidente da Câmara de Coimbra, Carlos Encarnação, viabilize a nomeação de um assessor para os quatro vereadores socialistas.
“Seremos nós a indicar esse assessor técnico e político”, declarou o vereador Vítor Baptista à agência Lusa, clarificando uma solicitação que o PS tem vindo a fazer a Encarnação e que o próprio líder da Federação Distrital de Coimbra do PS reiterou, na passada segunda-feira, na reunião quinzenal do executivo. Baptista, que é também deputado à Assembleia da República, recordou que o PS “já faz este pedido há uma série de meses”, sem que Carlos Encarnação tenha dado uma resposta definitiva nesse sentido.
“Lamento que o presidente da Câmara esteja a evitar sermos nós a escolher a pessoa que vai apoiar os vereadores do PS. Queremos nós indicarmos quem entendermos, ou que Carlos Encarnação assuma que não quer ‘dar’ o assessor”, disse. Vítor Baptista defendeu que o apoio aos vereadores eleitos pelo seu partido deverá ser garantido por um funcionário que já trabalhe na autarquia, para evitar o aumento de encargos com pessoal. (...) sublinhou, insistindo na necessidade de uma pessoa que tenha a confiança dos representantes do partido na Câmara Municipal, à semelhança da Câmara de Lisboa, presidida pelo ex-ministro António Costa, o que classificou como uma “boa referência” nesta área.
COMENTÁRIO: Se a moda pega vai ser o bom e o bonito. Realmente o poder autárquico, cada vez me convenço mais, ajudou a transformar a política autárquica e os respectivos políticos em política de bairro e políticos caciques.
Não conseguem os políticos compreender as diferenças que há entre a gestão de uma capital, mais complexa que a maioria dos Minitérios, com cerca de 11.000 funcionários.
A Lei dos eleitos locais e a das atribuições e competências das autarquias locais nada dizem quanto ao direito da oposição ter um ou mais assessores. Muito pelo contrário. Apenas dá essa possibilidade aos Presidentes de Câmara e Vereadores com tempo inteiro. E compreende-se. Afinal, no exercício das suas funções executivas precisam de ser apoiados e aconselhados por pessoas da sua confiança técnica, pessoal e política. Tal como sucede no caso dos juizes do Tribunal Constitucional que ainda há pouco tempo viu um seu Juiz nomear o próprio filho alegando precisamente precisar dessa confiança pessoal.
Agora pergunto: para que serve um assessor de um conjunto de vereadores sem pelouro que reunem de 15 em 15 dias ? Os vereadores da oposição não conseguem trabalhar sozinhos e fazer o seu percurso de aternativa ao poder? Não lhes basta terem uma sala onde podem receber quem querem e trabalhar todos os dias se assim o desejarem? Não lhes basta poderem ter acesso a todos os funcionários, pedir todos os documentos que quiserem, pedir os pareceres e tudo o que entenderem necessário ao seu trabalho de oposição?
Assim o determina o Estatuto da Oposição onde estão consagrados precisamente os direitos da oposição.
É evidente que Lisboa e, admito, o Porto são realidades que se afastam de todas as outras Câmaras, as Câmaras ditas de 2.ª e 3.ª linha. Apesar de o que sucede na Câmara de Lisboa não estar consagrado na Lei, sou capaz de entender a sua eventual necessidade, apesar de não concordar com a atribuição, mesmo em Lisboa, de assessores aos partidos da oposição.
O país está farto de assessores fora da Lei! Avençados a quem se lhes chamam de adjuntos e assessores. Já bem bastam os que a Lei impõe!
Se existe uma lei que consagra os direitos da oposição autárquica e não está lá dito que ter um ou mais assessores é um desses direito é porque o legislador entendeu que não seria necessário.
Todavia, o dr. Victor Baptista é uma das peças do poder legislativo. Porque não ensaia propor essa alteração na Assembleia da República ao Estatuto da opisição?
Estou curioso para saber o que lhe dirá José Sócrates e o PS!
Num momento onde as mordomias, os tachos e as avenças para os amigos dominam o dia a dia dos partidos que detêm o poder (PS, PSD, CDS, PCP, BE) nas Câmaras do país, como reagirá o parlamento a uma proposta que oficialize esta interessante opinião de Victor Baptista que apenas tem aparecido na Comunicação Social Nacional para reinvindicar tachos, lugares e lugaritos para os "seus", ainda que, felizmente, sem qualquer sucesso!

domingo, agosto 12, 2007

COMUNICADO


O POLITICAEHOUSE inicia a partir da próxima semana uma nova etapa na sua existência.
A partir do dia 20 de Agosto e com 2/3 dos Administradores de regresso à lusa Atenas e à Figueira da Foz iniciamos a actividade do blogue com uma nova linha editorial.
Teremos 2 dias por semana dedicados a comentar medidas do Governo e as propostas alternativas da oposição, bem como falaremos da política nacional/internacional.
Naturalmente que a política cá do burgo, de Coimbra e Figueira da Foz, mantêm a preponderância.

quinta-feira, julho 19, 2007

NOGUEIRA PINTO ARREBATADORA



• MARIA JOSÉ NOGUEIRA PINTO: CDS ficou «afectado» com «assalto» de Portas

Maria José Nogueira Pinto entende que o CDS ficou «afectado» com a tomada de poder de Paulo Portas, que considerou ter sido um «assalto». Num artigo de opinião, a ex-vereadora da câmara de Lisboa deixou críticas à distrital do PSD, responsável pelo mau resultado do partido nas intercalares de Lisboa.

Maria José Nogueira Pinto considera que o CDS ficou «afectado» com a forma como Paulo Portas «assaltou» o poder no partido, uma tomada de poder que «lesou seriamente a sua imagem, quer interna, quer externa».
O CDS, que na sua nova (velha?!) versão portista pretendia redireccionar-se para o eleitorado urbano, nem sequer foi ouvido», comentou a antiga dirigente centrista, que prevê um mau resultado do seu partido nas legislativas de 2009 se nada mudar.
Sobre o PSD, Nogueira Pinto considerou que este partido tem sido dirigido «sem visão nem rasgo» e que o candidato social-democrata à autarquia da capital, Fernando Negrão, se deixou envolver «campanha pindérica de ataques destemperados, calúnias e enxovalhos».A ex-dirigente do CDS-PP criticou ainda a «estratégia irracional e bizarra» protagonizada pela distrital de Lisboa do PSD, que «impôs uma partidocracia instalada, destrutiva e medíocre» que levou o partido a «pré-coma existencial».«Insensíveis às necessidades dos lisboetas, fizeram desta eleição um estúpido exercício de oposição ao Governo», acrescentou Maria José Nogueira Pinto, que considerou que o PSD «vê fugir o seu próprio eleitorado, zangado com a Distrital de Lisboa».
No seu artigo, a ex-dirigente do CDS-PP entende que a independente Helena Roseta «formaliza uma dissidência conhecida há anos, ex-dissidente do PSD e agora do PS, e compõe uma alternativa refrescada, com garantias de uma vigilância mais sofisticada sobre os perigos da 'governamentalização' de Lisboa».
Sobre o Bloco de Esquerda, Nogueira Pinto entende que o partido talvez não fizesse falta, o que não acontece com José Sá Fernandes, que entende ser «uma espécie de DIAP camarário permanente».
Já sobre António Costa, a ex-vereadora diz que este foi o único que se «preparou para governar», dado que «para além de um programa e uma equipa, joga aqui o seu futuro político».«Se for tão inteligente como penso, fará o melhor que souber e puder. Para onde quer que se vire, António Costa terá de ser um bom presidente para que possa vir a ser, um dia, qualquer outra coisa», concluiu.

quarta-feira, julho 18, 2007

CASTANHEIRA BARROS (A)POLÍTICO ?O "IMAN" DA SENHORA POLÍTICA.


Eis um dos mistérios da fé...
Fala-se mal da política e dos políticos, mas muitos querem entrar nesse mundo misterioso e injusto.
Fala-se mal sobretudo dos actuais políticos, mas alguns prestigiados profissionais na sociedade gostariam de entrar para esse mundo de mistérios, injustiças e mediocridades.
Afinal em que ficamos? Gostaria de perguntar isso ao Dr. Castanheira Barros.
Gostaria de perceber o gosto por esses misteriosos trilhos da senhora política que tão criticados são por todos, sobretudo por esses gloriosos profissionais prestigiados!

congressos distritais do PS são em 2008 ?


terça-feira, julho 17, 2007

ROSETA NÃO ACEITA COLIGAR-SE

Helena Roseta reafirma indisponibilidade para coligação com PS

A vereadora eleita da Câmara Municipal de Lisboa Helena Roseta reafirmou hoje a sua indisponibilidade para fazer coligações com PS, afirmando-se, contudo, pronta a aprovar medidas importantes para a cidade.
"Já falei com António Costa (depois das eleições) e disse-lhe que o movimento "Cidadãos por Lisboa" está disponível para viabilizar medidas importantes para a cidade, mas não está disponível para coligações", disse Helena Roseta à agência Lusa.
A líder do movimento "Cidadãos por Lisboa", que nas eleições de domingo para a autarquia da capital elegeu dois vereadores, rejeitou ainda a ideia de que sejam necessários acordos pontuais para viabilizar medidas do novo executivo, que tomará posse a 01 de Agosto.
"Não são necessários acordos pontuais para aprovar medidas bem feitas e com as quais estejamos de acordo. São apresentadas à câmara, discutidas e votadas favoravelmente, se concordarmos com elas. É o funcionamento normal de uma câmara", disse.
A vereadora, que abandonou o PS para se candidatar como independente à Câmara de Lisboa, sublinhou ainda que o movimento que encabeça não vai prescindir dos seus ideais "a troco de pelouros" e reafirmou a promessa de se "bater pelo programa" que submeteu ao escrutínio dos lisboetas.
O movimento independente "Cidadãos por Lisboa" ficou em quarto lugar nas eleições de domingo com cerca de 10 por cento dos votos, elegendo dois vereadores: Helena Roseta e Manuel João Ramos.

segunda-feira, julho 16, 2007

O POLITICAE VAI DE FÉRIAS.


BOAS FÉRIAS AO ADMINISTRADOR QUE VAI DE FÉRIAS AMANHÃ PARA MIAMI E OS RESTANTES ENCERRAM A SUA PRODUÇÃO NOTICIOSA SEXTA-FEIRA PRÓXIMA.
VAMOS TODOS A BANHOS.....uns para MIAMI, outros para o ALGARVE , outros para o ALENTEJO e outros para ESPANHA....até finais de AGOSTO.

domingo, julho 15, 2007

ANTÓNIO COSTA É O NOVO PRESIDENTE DA CÂMARA DE LISBOA.

António Costa venceu as eleições em Lisboa.
Costa, que muitos vêem como o potencial sucessor de José Sócrates, já por muitos vaticinado há muito, e depois da sua candidatura a Lisboa, vaticinado por muitos mais, deu um salto rumo a esse seu conhecido sonho escondido (mas mal escondido).
Não fosse o tabuleiro político sujeito aos balanços de uma qualquer jangada e eu até poderia subscrever estes designios escritos em muitas mentes.
Como sei que o tabuleiro da política vacila muitas vezes não serei, por isso, capaz de o afirmar com tanta certeza. Porém, sou capaz de dizer que António Costa poderá dar um salto de gigante, saiba ele manter as peças em pé e o tabuleiro equilibrado, rumo a esse sonho, deixando para trás, puxando uma terceira a fundo, o seu imediato concorrente António José Seguro.

terça-feira, julho 10, 2007

DISCUSSÃO DA SUCESSÃO DE CARLOS ENCARNAÇÃO COMEÇA A MEXER.

Carlos Encarnação, diz-se, quererá ter uma palavra a dizer na sua sucessão.
Resta saber se o conseguirá fazer ou se Horácio Pina Prata conseguirá impor-se como candidato natural dentro de 2 anos à liderança da Câmara de Coimbra.
Sabe-se, também, que o nome de Álvaro Amaro também não é o mais desejado de Encarnação, mas restará saber se será desejado por Marques Mendes.
Resistirá Marques Mendes a um fracasso em Lisboa!
As respostas a todas estas questões ainda não se podem desenhar com clarteza!

segunda-feira, julho 09, 2007


MÁRIO RUIVO É CADA VEZ MAIS CANDIDATO À FEDERAÇÃO SOCIALISTA DE COIMBRA


Ruivo faz contactos e está entusiasmado. Conta com alguns cncelhos importantes e está crente que dividirá muitos outros.
RESTA SABER SE NÃO ACABAREMOS TODOS POR CHEGAR À MESMA FRASE DE SEMPRE: " ... ME ENGANA QUE EU GOSTO!..."

terça-feira, julho 03, 2007

OBAMA TEM O MAIOR FINANCIAMENTO EM PRIMÁRIAS.

Barack Hussein Obama, Jr. (Honolulu, 4 de agosto de 1961) actualmente senador pelo estado de Illinois. Obama é o único senador com ascendência africana na actual legislatura.
Obama nasceu no
Havaí quando seu pai, o queniano Barack Obama, e sua mãe, Ann Dunham, de Wichita (Kansas), estudavam na Universidade do Havaí, em Manoa.

Viveu em Jacarta (Indonésia) com sua mãe (já divorciada).
Aos dez anos de idade, Obama voltou a viver no Havaí sob os cuidados dos avós maternos.

Graduou-se em Ciência Política ainda no Havaí, para fazer três anos de Direito na Universidade de Harvard, graduando-se em 1991.
Foi o primeiro afro-americano a ser presidente da Harvard Law Review.

Em
1996 foi eleito ao Senado dos Estados Unidos pelo estado de Illinois e, em 2004, foi reeleito, e seu mandato actual vai de 2005 a 2011. Assumiu em 4 de janeiro de 2005.

Quanto a nós seria o melhor Presidente americano.

segunda-feira, julho 02, 2007

Rudolph W. Giuliani, candidato a Presidente dos EUA pelos Republicanos.



Full Name: Rudolph William GiulianiParty: RepublicanPolitical Office: Mayor of New York City, 1994-2001.
Liderar é o título de um livro onde Rudolph Giuliani expõe os princípios pelos quais se regeu ao longo da sua carreira, na advocacia e na política, e onde fala essencialmente da sua experiência como mayor.
Através da leitura do livro é possível perceber que os magníficos resultados que alcançou na administração da cidade de Nova Iorque não se deveram ao acaso.
O primeiro capítulo é dedicado ao desafio que constituíram para a sua administração os ataques de 11 de Setembro de 2001 ao World Trade Center.
Giuliani faz uma descrição pormenorizada dos sítios onde esteve, e com quem esteve, e das inúmeras decisões que teve de tomar no decorrer daquele dia. Descreve o ambiente de incerteza e de pressão das primeiras horas após os ataques e a forma como veio a gerir o cenário extraordinariamente difícil e intenso dos tempos que se seguiram. Reflecte ainda acerca do significado e das repercussões dos ataques ao nível da política externa dos Estados Unidos e do comportamento a adoptar para com as pessoas e as organizações verdadeiramente más que não partilham os valores da América

domingo, julho 01, 2007

candidato a candidato


ÁLAVORO AMARO DISPONIBILIZA-SE PARA SER CANDIDATO PELO PSD À CÂMARA DE COIMBRA.