quarta-feira, março 14, 2007
E ESTA EIM ? LUIS SANTARINO DISPONÍVEL PARA SER CANDIDATO A PRESIDENTE DA BRIOSA.
Santarino, de 57 anos, acrescenta ainda: "Na Académica está tudo mal, desde o plano desportivo, financeiro ou até mesmo de instalações. Não há um projecto. Nunca um homem só construiu coisa alguma. Veja-se o caso da Académica Briosa XXI, prometida há quatro anos pelo actual presidente".
O sócio n.º 431 da Briosa, com mais de 40 anos de filiação, entende que "a direcção não tem condições para gerir o clube até ao fim do mandato, ou seja, até Dezembro" e defende que "a próxima época deveria ser preparada por outras pessoas".
"Quando os órgãos deixarem de ter condições de funcionar, defendo que haja logo eleições e não uma Comissão Administrativa", afirmou Luís Santarino, que espera que as eleições sejam marcadas e definido o calendário eleitoral na próxima Assembleia-Geral, cuja convocação já foi solicitada por cerca de cinquenta associados. De acordo com os estatutos do clube, as eleições devem realizar-se até 15 de Abril do ano em que decorra o acto eleitoral, mas também prevêem que as mesmas possam ser marcadas no final dos três anos de mandato.
Entre centenas de outras perguntas que assaltam os nossos espíritos, uma sobressai: é sabido por todos que, nos dias de hoje, Homem que não tenha Dinheiro (e não estamos a falar de trocos) e Poder (e aqui estamos a falar de Poder à séria) não pode ser Presidente sequer do lousanense, por isso confessamos a nossa curiosidade quanto à estratégia e método a usar por Santarino para suprimir este já handicap fatal, para não falar de muitos outros...
VIDE EM http://www.record.pt/noticia.asp?id=738383&idCanal=7
GOVERNO PENSA EM TRANSFERIR PARA AS AUTARQUIAS ACÇÃO SOCIAL, GESTÃO DO PESSOAL NÃO DOCENTE DAS ESCOLAS E MODERNIZAÇÃO DO PARQUE ESCOLAR
JOAQUIM MOURÃO, Presidente da Câmara de Castelo Branco pelo PS, quer centros educativos. Maria de Lurdes Rodrigues participou, ontem, em Castelo Branco, numa sessão de trabalho que juntou meia centena de autarcas, presidentes de conselhos executivos e elementos da comunidade escolar do concelho. No final, o presidente da autarquia local, Joaquim Morão (PS), afirmou que o encerramento de escolas não é um drama. SERRA PACHECO PODE SAIR DAS ÁGUAS DO MONDEGO
Em causa estará a intenção do Governo impedir que administradores executivos acumulem a reforma com a remuneração relativa aos cargos que desempenham.
Serra Pacheco confirmou ao Diário de Coimbra a existência de dúvidas legais nesta matéria.
«Adiou-se a eleição para uma melhor clarificação jurídica. Trata-se de uma legislação que atinge igualmente os autarcas», explicou, referindo-se aos casos de Fátima Ramos (presidente da Câmara de Miranda do Corvo) e Jorge Bento (presidente da Câmara de Condeixa), que integram o Conselho de Administração da empresa em representação dos municípios que a integram.
Esta situação provoca, por outro lado, um impasse na troca de administradores, e que o Diário de Coimbra deu conta na edição do passado dia 27 de Fevereiro.
Tudo apontava para que Nelson Geada deixasse o cargo de administrador executivo da empresa Águas do Zêzere e Côa para assumir as mesmas funções na Águas do Mondego, por troca com João Damasceno.
Agora, tudo depende da possibilidade, ou não, de Serra Pacheco continuar na empresa multimunicipal de abastecimento de água e saneamento. Se este antigo responsável máximo pelos SMASC sair, é possível que Geada e Damasceno fiquem os dois na Águas do Mondego.Na assembleia-geral de ontem, foram aprovados, por unanimidade, o relatório de gestão e contas relativos a 2006.
segunda-feira, março 12, 2007
domingo, março 11, 2007
BAPTISTA IRRITADO COM O GOVERNO, DISPARA EM DIRECÇÃO A VÁRIOS MINISTROS DO GOVERNO.

quarta-feira, março 07, 2007
REFORMA DA FUNÇÃO PÚBLICA.
O sistema de remunerações será objecto de reforma obedecendo aos
seguintes princípios:
A remuneração terá as seguintes componentes:
a) Remuneração-base, incluindo o subsídio de férias e de Natal;
b) Suplementos;
c) Prémios de desempenho.
- Existirá uma tabela remuneratória única que englobará a totalidade dos níveis remuneratórios susceptíveis de serem utilizados nas posições remuneratórias de todas as carreiras, gerais ou especiais, dos trabalhadores da AP.
- Dado o seu estatuto constitucional as Magistraturas terão uma tabela remuneratória específica.
- O número de níveis remuneratórios da tabela e o montante correspondente a cada um desses níveis remuneratórios é objecto de acto regulamentar do Governo, fixado anual ou plurianualmente, após negociação sindical.
- Tendo em vista premiar o mérito excepcional do trabalhador revelado na avaliação do seu desempenho, o dirigente máximo do serviço, ouvido o Conselho Coordenador de Avaliação, através de acto pormenorizadamente fundamentado, cujo teor integral é afixado em local próprio do serviçopúblico e publicado na 2.ª série do Diário da República, pode alterar a sua posição remuneratória para outra que lhe seja superior.
- Deve eliminar-se a natureza automática e permanente de quaisquer suplementos remuneratórios, pressupondo, naturalmente, que complexos funcionais específicos se encontram remuneratoriamente reconhecidos na respectiva remuneração base.
- Em matéria de suplementos, seguir-se-á um princípio de limitação, por forma a que só existam quando:
a) os trabalhadores tenham condições de trabalho transitórias que não correspondam às condições normais dos seus postos de trabalho, e apenas enquanto tais condições perdurarem;
b) os trabalhadores tenham, nos postos de trabalho que ocupam, condições de trabalho permanentes que outros trabalhadores da mesma carreira, categoria ou área funcional, colocados em diferentes postos de trabalho, não são obrigados a enfrentar, e apenas enquanto aquelas condições perdurem.
- Os suplementos constituirão, em regra, montantes determinados e não percentagens da remuneração-base.
- Aos trabalhadores que obtenham classificações mais elevadas na avaliação de desempenho, pode ser atribuído um prémio pecuniário, de prestação única, no quadro das disponibilidades orçamentais destinadas a esse fim.
segunda-feira, março 05, 2007
quinta-feira, março 01, 2007
A MEDIATIZAÇÃO DA JUSTIÇA TRAZ VANTAGENS E OS JORNALISTAS ESTÃO DE PARABÉNS.

Declarou a advogada Arménia Coimbra no programa “Praça da República”, da Rádio Regional do Centro (96.2 FM), onde participaram outros dois causídicos, Francisco Rodeiro e Ricardo Castanheira.
Nesta edição dedicada essencialmente às questões da Justiça, transmitida no passado sábado, entre as 11h00 e as 13h00, e realizada no Hotel D. Luís, a jurista considerou existirem “assuntos que, sem os órgãos de comunicação social, nunca viriam para a praça pública”, sustentando que a mediatização “é mais benéfica do que prejudicial”.
Ricardo Castanheira entende ser importante o papel dos jornalistas, chamou a atenção para alguns riscos que se correm com uma má informação - “é grave dizer-se que uma pessoa é acusada quando está apenas constituída arguida” -, mas reconheceu que muitas vezes a justiça “é mais célere quando o caso vem nos jornais”.
FILHA DE JOAO GOUVEIA ENTRA PARA CÂMARA DE SOURE ISENTADA DE ESTÁGIO.

terça-feira, fevereiro 27, 2007
NELSON GEADA SERÁ ADMINISTRADOR EXECUTIVO DAS ÁGUAS DO MONDEGO.
Nelson Geada, administrador executivo da empresa Águas do Zêzere e Côa, do grupo Águas de Portugal, poderá vir a substituir João Damasceno em cargo idêntico na Águas do Mondego.A decisão, que segundo apurámos poderá ser tomada dia 13 de Março em assembleia geral da Águas do Mondego, implicaria simultaneamente a transferência de João Damasceno para o lugar de Nelson Geada na empresa com sede na Guarda.Nelson Geada escusou-se a prestar declarações ao Diário de Coimbra sobre este assunto, admitindo no entanto que está a ser estudada a possibilidade da sua transferência para Coimbra.A empresa Águas do Mondego, concessionária do Sistema Multimunicipal de Abastecimento de Água e de Saneamento do Baixo-Mondego e Bairrada, tem como presidente do Conselho de Administração Sérgio Hora Lopes, nomeado pelo grupo Águas de Portugal. Serra Pacheco e João Damasceno são administradores executivos e o Conselho de Administração integra ainda, em representação dos municípios, os autarcas Jorge Bento (Condeixa) e Fátima Ramos (Miranda do Corvo).
sábado, fevereiro 24, 2007
Na Figueira da Foz...
Petição No âmbito da revisão do P.D.M. e do Plano de Urbanização relativa ao espaço correspondente ao Horto Municipal e Parque de Campismo.
Aqui
sexta-feira, fevereiro 23, 2007
DOMINGOS NÉVOA E LUIS VILAR SERÃO INVESTIGADOS EM BREVE PELO MP.
As suspeitas que recaem sobre o empresário Domingos Névoa e o seu amigo Luís Vilar, presidente da Comissão Concelhia do PS/Coimbra, no âmbito do caso da Bragaparques (assunto a que aludimos nas duas anteriores edições), serão apreciadas dentro de pouco tempo pelo Ministério Público. A Polícia Judiciária tem as averiguações que lhe cabe fazer praticamente concluídas, pelo que o inquérito no âmbito do qual ambos são arguidos será enviado ao MP, a entidade titular da acção penal com competência para o arquivar ou deduzir acusação.
Nos termos do Código de Processo Penal, a constituição de arguido é obrigatória sempre que haja inquérito visando determinada pessoa e esta preste declarações perante qualquer autoridade judiciária ou órgão de polícia criminal.
A eventual acusação poderá dar lugar a um pedido de abertura de instrução, da iniciativa de qualquer dos arguidos. Se isso acontecer e for proferido despacho de pronúncia, pelo Tribunal de Instrução Criminal (TIC), segue-se a audiência de julgamento. Caso o TIC opte pelo despacho de não-pronúncia, o MP pode recorrer para o Tribunal da Relação de Coimbra, cuja decisão assume carácter definitivo em matéria de pronúncia ou de arquivamento dos autos.
Luís Vilar foi constituído arguido na última Primavera, como noticiou o “Campeão” a 20 de Abril de 2006, tendo suspendido o mandato de vereador da Câmara de Coimbra por um ano (inicialmente por um período de três meses, a que se seguiu outro com a mesma duração e finalmente um de seis meses).
Caso não reassuma o lugar na vereação dentro de dois meses e meio, terá de renunciar ao mandato.
quinta-feira, fevereiro 22, 2007
MANUEL CLARO EM DISCURSO DIRECTO.

MC – Sem dúvida. Veja-se que Luís Vilar continua a ser o líder concelhio, apesar das derrotas eleitorais de 2001 e de 2005. Que líder é este que não consegue assumir politicamente as derrotas eleitorais? Só pode ser daqueles que está fortemente apegado ao poder. Porque será? As últimas eleições autárquicas demonstraram que a actual liderança do PS fez as piores escolhas para os diversos órgãos autárquicos, pois o dr. Carlos Encarnação perdeu mais de 6.500 votos de 2001 para 2005 e o candidato do meu partido – o dr. Baptista – não conseguiu recuperar um único voto em relação às eleições anteriores. Talvez tenha sido por causa da pródiga promessa dos milhares de empregos oferecidos aos munícipes. Neste caso, poder-se-ia aplicar o velho provérbio popular que diz: quando a esmola é muita o pobre desconfia.
Luís Vilar devia demitir-seCP – Acha que a constituição de Luís Vilar como arguido prejudica o PS?
MC – A dimensão ética na política deve prevalecer, independentemente de ser ou não culpado, para preservar a imagem e a credibilidade do PS. A meu ver, Luís Vilar deveria renunciar ao lugar de vereador na Câmara Municipal de Coimbra e demitir-se de presidente da Concelhia do PS, para que seja salvaguardada a imagem e a credibilidade do partido a nível local.
terça-feira, fevereiro 20, 2007
CÂMARA DE GÓIS ENFRENTA GRUPO DE CIDADÃOS.




