

Paulo Portas não gostou de ouvir o Primeiro-Ministro falar do passado, mas José Sócrates lembrou-lhe que passou 3 anos na bancada socialista da oposição a ouvi-lo dirigir-se à bancada socialista para falar e lembrar o passado.
Francisco Lousã retorquiu lembrando que a discussão que importa é a do desemprego que cresce diariamente em Portugal. Lousã lembrou uma empresa (quimonda) que o Primeiro-Ministro visitou há 1 mês e com quem assinou um contrato de 70 milhões de euros para agora essa empresa estar às portas de um de um despedimento colectivo vergonhoso para o Governo.
Sócrates responde a Lousã dizendo que não o imaginou populista. Os dados do emprego dizem que Portugal está a criar emprego como não fazia há muito e quanto à empresa que Lousã referiu é o segundo maior exportador de produtos tecnologicamente avançados e procurar menorizar esta empresa não é honesto. O facto da empresa ter um conflito social entre alguns trabalhadores e a administração não anula a sua importância estratégica para o país, desejando que tais conflitos, naturalmente, se resolvam o quanto antes.
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