quinta-feira, setembro 28, 2006

DRABL VAI PARA CASTELO BRANCO.


A DIRECÇÃO REGIONAL DE AGRICULTURA (DRABL)C VAI PARA CASTELO BRANCO E CHAMAR-SE-Á DRAPC-DIRECÇÃO REGIONAL DE AGRICULTURA E PESCAS DO CENTRO. ESTÁ DECIDIDO.
Está decidido. A DRABL vai para Castelo Branco e o Ministro da Agricultura vai aproveitar essa decisão para colocar alguns funcionários nos disponíveis e cortar em muitos dos Cargos Dirigentes.
A actual DRABL será designada como DRAPC - Direcção Regional de Agricultura e Pescas do Centro.
A futura Lei Orgânica classifica os dirigentes assim:

" ... As Direcções Regionais de Agricultura e Pescas são dirigidas por um director regional,
cargo de direcção superior de primeiro grau e no total por cinco directores regionais
adjuntos, cargo de direcção superior de segundo grau, divididos pelas Direcções Regionais
de Agricultura e Pescas, nos termos da orgânica de cada serviço..."

terça-feira, setembro 26, 2006

O ADEUS DO TONY BLAIR.


Tony Blair sairá do Labour e do Governo britanico dentro de um ano.

EVOLUÇÃO DE FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS DE 1998 A 2005.


... em 1998 eram 705.231 funcionários públicos;

... em 2005 passaram a ser 745.578 funcionário públicos.

EMPREGO PÚBLICO POR REGIÕES


SÃO 147.393 NO NORTE
SÃO 110.291 NAS BEIRAS ( CENTRO )
SÃO 207.675 NO LITORAL ( LVT )
SÃO 36.443 NO ALENTEJO
SÃO 19.786 NO ALGARVE

EMPREGOS PÚBLICOS POR MINISTÉRIOS

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO - 205.437
MINISTÉRIO DA SAÚDE - 113.295
MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA - 54.086
MINISTÉRIO DA DEFESA - 49.883
MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA E ENSINO SUPERIOR - 40.828
MINISTÉRIO DO TRABALHO E DA SOLIDARIEDADE - 26.447
MINISTÉRIO DA JUSTIÇA - 20.351

SÃO 745.400 OS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS.

SÃO 568.384 NA ADMINISTRAÇÃO CENTRAL.
SÃO 130.650 NA ADMINISTRAÇÃO LOCAL
SÃO 38.740 NA ADMINISTRAÇÃO REGIONAL AUTÓNOMA

IN DIÁRIO DE NOTÍCIAS DE 25.02.06

Ricardo Sá Fernandes confirma: houve alusões ao PS nas conversas com Domingos Névoa. Contudo, apesar de admitir que o empresário falou sobre os vereadores socialistas, o advogado e irmão do vereador eleito pelo Bloco de Esquerda, José Sá Fernandes, (alvo do alegado suborno) não quer revelar o conteúdo nem pormenores das palavras do empresário minhoto.

"É melhor esperar que o processo deixe de estar em segredo de justiça para depois toda a gente poder conhecer o verdadeiro efeito das afirmações proferidas", disse ao DN.

Recorde-se que este último negócio (de venda de lotes da EPUL a um promotor imobiliário) foi alvo da contestação da oposição camarária (BE, PCP, Maria José Nogueira Pinto) e de três dos cinco vereadores PS que em vão tentaram inviabilizá-lo. Dois eleitos socialistas acabaram por abster-se na votação que determinaria a rejeição das propostas da oposição e que ditou a prossecução destas negociações, apoiadas também pelo PSD.

Ricardo Sá Fernandes sublinha a "eloquência" das palavras do empresário da Bragaparques e assegura: "É bom que tais palavras possam vir a ser ouvidas já que estas gravações vão ter o mesmo efeito que as imagens do cemitério de Santa Cruz em Timor tiveram na política internacional".

Segundo Ricardo Sá Fernandes, "naquelas conversas o senhor Névoa explica tudo, como é que se faz, onde e em que cidades é que se faz, está lá tudo".

domingo, setembro 24, 2006

QUEM JANTA COM DOMINGOS NÉVOA ?

vamos recordar !
in correio da manha...de Fevereiro de 2006.

Domingos Névoa, sócio e administrador de várias empresas ligadas à construção civil e exploração de parques de estacionamento, entre elas a BragaParques (proprietária dos terrenos da Feira Popular), já foi ouvido pelo Ministério Público na presença de um juiz que o constituiu arguido e libertou mediante o pagamento de uma caução de 150 mil euros.

Névoa é acusado de tentativa de corrupção activa pelo vereador do Bloco de Esquerda da Câmara de Lisboa, José Sá Fernandes, que afirma ter sido aliciado com 200 mil euros para mudar a sua posição fase aos negócios realizados entre a BragaParques e a Câmara de Lisboa com os terrenos da Feira Popular e do Parque Mayer.

ESTA SEMANA O POLITICAE VAI LARGAR A BOMBA ATÓMICA.

sexta-feira, setembro 22, 2006

Unfavourable Conditions are Essential for Success

ENSAIO SOBRE AS POSSIBILIDADES DE SUCESSO CONSTANTE E NÃO OCASIONAL.

Uma pessoa torna-se forte e com sucesso se foi objecto de circunstâncias desfavoráveis essencialmente constantes. Por outro lado, é sabido que as espécies que recebem o nourishment super abundante e têm excesso da protecção e cuidado tendem a ser mais frágeis e mais impreparados para a vida.
Por isso, quem, no seu processo de crescimento, tiver tipo muitos obstáculos e dificuldades obrigou-se a superá-los sem ajudas e facilidades, por isso fortaleceu-se e tornou-se mais preparado e com melhores possibilidades de sucesso.

Gostaríamos que certos (aprendizes ) políticos lessem este ensaio de Nietzsche.

Friedrich Nietzsche, in 'Beyond Good and Evil'

quinta-feira, setembro 21, 2006

CRITICAS A JOSÉ SÓCRATES NA SESSÃO DE CÂMARA..


CARLOS ENCARNAÇÃO
“É absolutamente espantoso como o Governo corta no investimento à custa de Coimbra”, desabafou o presidente da Câmara.

VICTOR BAPTISTA
Victor Baptista anunciou que os vereadores do PS “subscrevem integralmente as preocupações” manifestadas por Carlos Encarnação, mas considerou que Coimbra “carece de uma estratégia de desenvolvimento”.

Ao assinalar “a propensão para imputar aos governos os males de que Coimbra sofre”, o ex-candidato do PS à vice-presidência da CMC considerou que “os conimbricenses também não ajudam”. COMO SR. DEPUTADO ? TALVEZ O SR. DEPUTADO E EX-CANDIDATO À CÂMARA MUNICIPAL DE COIMBRA PUDESSE AJUDAR MAIS ENQUANTO EMPRESÁRIO E DEPUTADO DA NAÇÃO.

Ainda tenho esperança que o Executivo de José Sócrates honre Coimbra com obras como os governos de António Guterres honraram”, comentou Victor Baptista. Carlos Encarnação acompanhou o vereador do PS em relação ao voto formulado, mas opinou que “a coisa está muito difícil”.

quarta-feira, setembro 20, 2006

ONDE PÁRA O DELEGADO DO IPJ DE COIMBRA ?





Alguns funcionários do IPJ dizem que raramente o vêm.
Só lá vai uma ou outra vez por semana.

Reconhecemos que isso não o torna menos competente que outros que o antecederam, mesmo porque pode não estar lá e estar a desenvolver trabalho, no distrito, em prol....da...juventude. Claro.

OS BOATOS.


"...Se desconfiarmos que alguém mente, finjamos crença: ele há-de tornar-se ousado, mentirá com mais vigor, sendo desmascarado..."
Arthur Schopenhauer, in 'Aforismos para a Sabedoria de Vida'

Aqueles que primeiro acusam terceiros de boataria e intriga são mestres em usar estes instrumentos de "guerra". São, alguns deles catedráticos.

terça-feira, setembro 19, 2006

QUANTOS SÃO OS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS EM PORTUGAL ?


O total de funcionários públicos ascende a 737.774, 70 por cento dos quais na administração directa e indirecta do Estado, órgãos de soberania e respectivos serviços de apoio, revelou hoje a Base de Dados dos recursos humanos da administração pública.
A Base de Dados (BDAP), hoje apresentada pelo secretário de Estado da Administração Pública, João Figueiredo, revela que os restantes funcionários públicos pertencem à administração autárquica (130.650 trabalhadores ou 17,7 por cento do total) e à administração regional e autónoma (38.740 trabalhadores ou 5,3 por cento).
A BDAP inclui todo o pessoal que detém uma relação jurídica de emprego com a administração directa e indirecta do Estado, órgãos de soberania e respectivos serviços apoio, administração regional e autónoma e administração autárquica, independentemente da sua natureza (nomeação, contrato administrativo de provimento, contrato de trabalho por tempo indeterminado ou a termo resolutivo).
A base de dados inclui ainda prestações de serviço (tarefa e avença), tal como aconteceu no último recenseamento feito na Administração Pública, em 1999.
Os dados, referentes a 31 de Dezembro de 2005, contabilizam também o número de empregos disponíveis na função pública (745.400), um número que supera o total de trabalhadores porque, segundo João Figueiredo, há funcionários com dois vínculos distintos.
Quarenta e oito por cento do emprego situa-se na administração directa do Estado (363.287), seguido da administração indirecta (199.287), administração local (130.650), Região Autónoma dos Açores (18.784), Região Autónoma da Madeira (19.956) e órgãos de soberania e serviços de apoio (13.436).
O peso do emprego público na população empregada é de 14,6 por cento, enquanto que o peso do emprego público na população activa é de 13,4 por cento.

O secretário de Estado da Administração Pública, João Figueiredo, reafirmou que o Governo mantém o objectivo de reduzir o número de funcionários públicos em 75.000 em quatro anos, tendo com conta que as despesas com pessoal rondam os 14,5 por cento do Produto Interno Bruto (PIB), acima da média europeia (12 por cento) e da vizinha Espanha (10 por cento).