terça-feira, março 07, 2006

O PS na Figueira da Foz...


Foto gentilmente furtada ao nosso vizinho

"GOVERNO CIVIL" EM PESO A APOIAR LUIS VILAR



Se dúvidas houvesse em relação à pretensa renovação que Luis Vilar quer fazer , AGORA, 5 anos depois, as fotografias de quem fez questão de estar presente na sua apresentação pública não deixam quaisquer dúvidas.
Henrique Fernandes, ex-vereador de Manuel Machado, ex- vice Presidente da Segurança Social, Governador Civil, ex-presidente de concelhia de coimbra do PS, em lugares de nomeação e indicação política há mais de 15 anos, esteve presente.
Vassalo de Abreu que trocou as provas académicas a que que estava obrigado se quisesse seguir carreira académica, para se dedicar aos negócios da Braga-Parques e da Construções de S. Jorge de Milreu, Lda, de Victor Baptista, ex-Presidente do CEFA, nomeado pelo Governo de António Guterres, esteve presente.
Luis Santarino, a trabalhar no Governo Civil, destacado por Henrique Fernandes, e que teceu duras críticas à forma como foi conduzido todo o processo autárquico em Coimbra, crítico da elaboração das listas. Não obstante apoia o responsável principal pelo desaire eleitoral manifestado na sua incapacidade para impor soluções contra as vontades dos candidatos.
José Valério, dono de uma imobiliária conhecida na cidade, amigo pessoal de Victor Baptista, apesar de em tempos idos ter sido feroz crítico de Luis Vilar com posições que são públicas.
Valério, filho, adjunto do Governador Civil, Henrique Fernandes, nomeado a pedido de Baptista, estudante de direito e candidato a candidato a candidato à liderança da JS distrital, não tendo ido a votos.
Carla Violante, amiga pessoal de Luis Vilar, ex-candidata nas listas da vereação de Machado, por escolha pessoal do Presidente da concelhia Luis Vilar, apesar de crítica de Baptista.
Diríamos que Luis Vilar quer continuar a liderar um edifício velho, deteriorado, com problemas de estrutura, anquilosado, como o edifício da fotografia.

MAIS DO MESMO...COM AS FRASES A NEGRITO A MERECEREM A DEVIDA REFLEXÃO...

COMISSÃO CONCELHIA – Unir e transformar o Partido Socialista


Segurança social, emprego, educação e saúde são as quatro principais razões que levaram Luís Vilar a recandidatar-se à Comissão Política Concelhia de Coimbra do PS.“Parto para esta candidatura com a mesma alegria e determinação que sempre tive. Mas, para que não haja equívocos, o slogan escolhido é para ser cumprido: Unir e Transformar”.
Luís Vilar recandidatou-se a um terceiro mandato na presidência da Comissão Política Concelhia de Coimbra do PS. E fê-lo por várias razões, como enunciou ontem durante a apresentação da sua candidatura às eleições que decorrem no próximo dia 25 de Março.
Fazer com que a concelhia tenha "voz e capacidade de análise e crítica", quer em relação à autarquia quer em relação a outros órgãos de soberania, e juntar as diversas sensibilidades para que o debate interno seja uma "realidade permanente" são apenas dois pontos da declaração de princípios da candidatura de Vilar que - garantiu - não vai permitir que nenhum militante seja "marginalizado e muito menos excluído".
Preparar os combates políticos de 2009"Se, em 2009, conseguir que o PS/Coimbra tenha um plano e uma estratégia para Coimbra e, ao mesmo tempo, tenha contribuído, com a sua massa critica, para uma melhor governação do País, ficarei de consciência tranquila", confessou o candidato.
Se a Segurança Social, o emprego, a educação e a saúde foram, desde logo, as quatro áreas que influenciaram a decisão de Luís Vilar, houve outros motivos que o levaram a avançar para uma nova candidatura, como a vontade de unir todos os militantes de Coimbra, "tendo em vista um trabalho político consequente durante os próximos três anos em que o PS não estará envolvido em batalhas eleitorais", lançando, por exemplo, novos quadros políticos cativando os mais jovens e preparando o futuro do PS/Coimbra para os combates políticos de 2009.
Ontem, Luís Vilar propôs-se ainda investir nas novas tecnologias da informação, lançando o Jornal Electrónico da Concelhia de Coimbra, promover um debate mensal na sede do PS com a presença dos nossos deputados e autarcas ou criar grupos de debate temáticos.
Aqui

Depois da reflexão já se pode rir...

segunda-feira, março 06, 2006

LUIS MARINHO É CANDIDATO À FEDERAÇÃO DISTRITAL DO PS/COIMBRA

HÁ SURPRESAS QUE NUNCA ENTENDEREMOS MUITO BEM.
OS RESULTADOS PRESIDENCIAIS DEMONSTRARAM-NO.
LUIS MARINHO PREPARA-SE PARA UM COMBATE PELO FUTURO.

Marinho andou nos últimos 3 meses a fazer contactos.
Pediu confidencialidade. Foi possível meia confidencialidade, o que não é mau.
Chegou à conclusão que tem todas as condições para disputar a vitória em Congresso e vai à guerra, pelo futuro do PS.
Se se confirmarem as nossas informações, pode vencer... e surpreender.

VILAR JÁ APARECEU COM MÚLTIPLAS CARAS A PROPÓSITO DA CO-INCINERAÇÃO. AGUARDEMOS A PRÓXIMA...COM CURIOSIDADE!

EM 1999 FOI ASSIM ...

" ... Sobre este assunto o Sr. Vereador Luís Vilar disse julgar que a posição da Câmara Municipal deverá ser naturalmente acompanhar e compaginar-se com a Comunidade Científica.
Lamenta-se que o processo não tenha sido bem tratado de início mas não há dúvida que depois da reunião com o Sr. Primeiro Ministro, a situação se modificou, embora não seja motivo para descansar.
Terminou dizendo que ( ... ) não se podem esquecer e que data de 1992, altura em que se começaram a estudar as incineradoras dedicadas disse-se na altura que era o melhor processo de resolver sem problemas ambientais ... ".

E AINDA ... EM 2002 FOI ASSIM ...

" ... A Câmara Municipal de Coimbra, reunida em Souselas a 21 de Janeiro de 2002, decide:

1. Reafirmar a sua total oposição à co-incineração, em Souselas ou em qualquer outra cimenteira;
2. Afirmar que a tecnologia actual oferece uma grande variedade de processos alternativos de tratamento de lixo tóxico, que não estavam disponíveis quando há alguns anos muitos dos países mais desenvolvidos optaram pela co-incineração e pelas incineradoras dedicadas, mas que agora nos oferecem a possibilidade de evitar a queima de lixo tóxico;
3. Manifestar a intenção de usar de forma multifacetada todos os meios políticos e jurídicos ao seu alcance para levar o Governo Português a abandonar o processo de co-incineração;
4. Declarar a sua intenção de colaborar com todas as estruturas da sociedade civil que têm protagonizado a luta contra a co-incineração, particularmente a Universidade de Coimbra e aquelas que estão reunidas na Comissão de Luta contra a Co-incineração, além de outras sediadas fora do concelho de Coimbra;
5. Colaborar com a Câmara Municipal de Setúbal na tarefa comum de evitar ao país os riscos da co-incineração;
6. Reiterar a absoluta necessidade da realização de um referendo local que permita a participação democrática dos munícipes de Coimbra como suporte das deliberações a emitir no uso das competências próprias da Câmara Municipal;
7. Denunciar vigorosamente o incompreensível atraso da efectivação do estudo epidemiológico à população de Souselas, atraso esse inteiramente assacável ao governo e estruturas regionais de saúde;


Relativamente ao documento apresentado pelo Sr. Presidente usou da palavra o Senhor Vereador Luis Vilar que referiu que o mesmo merece, na generalidade, o seu acordo.
Referiu também que a Assembleia Municipal e a Câmara Municipal, desde 23 de Novembro de 1998, em nenhuma ocasião deliberaram a favor da co-incineração de resíduos industriais perigosos na cimenteira de Souselas. No dia 9 de Janeiro de 1999, a Câmara e Assembleia Municipais, a Junta de Freguesia de Souselas e a Associação de Defesa do Ambiente de Souselas, numa reunião havida em Lisboa, obtiveram uma garantia do então e actual primeiro-ministro Eng. António Guterres, de que se fosse posta em causa a saúde pública, no todo ou em parte, o processo seria imediatamente suspenso.

http://www.cm-coimbra.pt/actas/2002/acta0121.htm

http://www.cm-coimbra.pt/actas/1999/acta0109.htm

RECORDAR É UM EXCELENTE EXERCÍCIO EM DEMOCRACIA.

" ... O presidente da distrital de Coimbra do PS considera que não faz sentido trazer para a corrida à liderança dos socialistas o tema da co-incineração para tratamento de resíduos perigosos, que teve como principal rosto José Sócrates, candidato a secretário-geral do partido. «Não faz sentido falar da co-incineração, é passado, não é presente nem futuro», vincou Victor Baptista à Agência Lusa ..."


" ... Ouvido pela Lusa, o presidente da concelhia do PS, Luís Vilar, considerou tratar-se de um «falso problema», mas admitiu aceitar a co-incineração em Coimbra desde que esta forma de tratamento dos resíduos seja distribuída também por outros locais. «Se ficar a co-incineração, tal como no passado, o presidente da concelhia do PS de Coimbra não aceitará de forma nenhuma que Coimbra seja a única a queimar os resíduos», disse o vereador socialista da Câmara de Coimbra ..."


VEJA: http://www.ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=1393

BAPTISTA HOJE NO PARLAMENTO DIRIGINDO-SE PARA A OPOSIÇÃO: " ... O SR. DEPUTADO TEM DE APRENDER A LER OS NÚMEROS COMO ELES DEVEM SER LIDOS..."


Pois é.
Contado ninguém acreditaria.
Baptista a falar de leitura de números!!!
Ele que sempre usou os números para enganar e sempre os leu à sua maneira!
Ele há com cada um !!!

domingo, março 05, 2006

Vejam se encontram alguém conhecido???

No site de maior destaque das notícias nacionais...

Aqui

O PS no seu labirinto



1As recentes eleições presidenciais deixaram ao PS dois novos problemas. O seu Governo vai lidar com um Presidente da República oriundo da direita e uma grande parte do seu eleitorado não votou no candidato por si apoiado. O PS está assim a descobrir-se dentro de um verdadeiro labirinto, donde só sairá se for capaz de se reinventar. De facto, não pode continuar a ser uma simples rede de comités eleitorais, articulada com um conjunto de deputados e com uma legião desorganizada de autarcas.

É neste contexto que se deve situar o que ocorreu nas recentes eleições presidenciais. Encarado no seu conjunto, esse processo eleitoral é sintoma de uma crise de confiança do eleitorado socialista no respectivo partido e da sua crescente volatilidade. Assim, é imperativo que o Partido Socialista assuma todas as suas actuais insuficiências e limitações, para poder iniciar o difícil caminho da sua superação.

2. O próximo Congresso do PS terá que ser, por isso, um momento importante de um processo de transformação. Há dois caminhos a percorrer, simultaneamente.

O primeiro deve visar três objectivos: escolha directa pelos militantes dos candidatos do PS às várias eleições; rigorosa igualdade de oportunidades nas eleições internas; impedimento da utilização do partido para alcançar vantagens em actividades económicas e transparência da simultaneidade de protagonismos nos tabuleiros político-partidário e empresarial.

A escolha directa dos candidatos pelos militantes é um índice incontornável da qualidade da sua democracia interna. O PS não pode ficar à espera de que seja a lei a impor-lhe esse caminho. Deve ousar assumir-se como pioneiro, envolvendo nesse processo, quer os simpatizantes, quer os eleitores declarados do PS.

Seria absurdo deixar fora dessa requalificação democrática os actos eleitorais internos. De facto, não é admissível manter as actuais desigualdades e distorções. É, por exemplo, indispensável que todas as candidaturas internas sejam financiadas pelo partido e só pelo partido. O facto de se ter dinheiro ou a arte de o recolher não podem continuar a ser um factor de desigualdade nas disputas internas.

Também não é admissível a promiscuidade entre a política e os negócios. Quem ocupar posições de relevo no universo das grandes empresas privadas, ou tiver actividades de intermediação em negócios, não deve ocupar lugares de direcção no partido. E os dirigentes nacionais e distritais, bem como os presidentes das concelhias, devem tornar públicos os seus interesses, em termos equivalentes àqueles a que estão sujeitos os deputados e os membros do Governo. A independência do poder político em face do poder económico é um princípio constitucional que não pode deter-se à porta do Partido Socialista.

Um outro caminho tenderá a dar frutos mais demorados. Um dos seus objectivos deve ser o de trazer a cultura para dentro do PS, de modo a instituir no seu interior hábitos de fruição e criatividade culturais que amadureçam e despertem os militantes. Mas a cultura só poderá ser um estímulo para o espírito crítico dos socialistas se integrar uma visão do mundo liberta da ideologia apologética dominante. Para isso, é indispensável uma capacidade própria de recolha e aproveitamento crítico da informação económica, social, cultural e política.

3. A rede dos interesses pequenos e das ambições paroquiais quer reter o PS no seu labirinto. Mas não é forçoso que assim aconteça. Há um decisivo protagonista que pode agitar estas águas mortas: o secretário-geral do Partido Socialista. Ele tem a força política, a legitimidade e a oportunidade para desde já abrir as portas ao futuro.

Para começar, pode dar centralidade ao Congresso Nacional como alavanca de renovação, libertando-se da hipoteca das pequenas quintas partidárias, dirigida a perpetuar no plano concelhio e distrital o domínio dos pequenos poderes que atrofiam o PS.

Pode incentivar, desde já, um diálogo aberto entre as diversas perspectivas que reflectem a pluralidade interna do PS, promovendo o confronto de ideias e desconsiderando sem ambiguidades os pequenos feudalismos que aprisionaram a alma do PS.

O PS não pode continuar no seu labirinto. Por isso, nem pode ficar paralisado pela inércia das rotinas, nem deixar-se possuir por qualquer sofreguidão na procura de uma saída. Mas principalmente não pode cair na tentação de fazer de conta que anda para não sair do mesmo sítio.

Rui Namorado - Militante do Ps e professor Universitário
aqui

VILAR APRESENTA CANDIDATURA AMANHÃ, SEGUNDA-FEIRA.PORÉM TERÁ ADVERSÁRIO.

LUIS VILAR APRESENTA A SUA CANDIDATURA À CONCELHIA, AMANHÃ, SEGUNDA-FEIRA.
AO CONTRÁRIO DO QUE JULGA, TERÁ COMPANHIA.
ÉM SURDINA FOI CRESCENDO UM MOVIMENTO QUE SE OPORÁ A LUIS VILAR E ÀS SUAS PRÁTICAS.
AFINAL OS MILITANTES DE COIMBRA AINDA TÊM CAPACIDADE DE SE INDIGNAREM!
( notícias nos próximos dias )

DESESPERADAMENTE NA LUTA PELA SUA SOBREVIVÊNCIA.

ESTE É O NOME DE QUE ME LEMBRO SEMPRE QUE PENSO NOS NOMES QUE CONSIDERO MAIS RESPONSÁVEIS PELO ESTADO A QUE CHEGOU A INSIGNIFICANTE DISTRITAL SOCIALISTA DE COIMBRA.
PORQUE SERÁ ?



Temos memória. Graças a Deus!
Não foi assim há tanto tempo que Fausto Correia lançou Luis Parreirão e o apoiou, dizendo de Baptista o que provavelmente o Diabo não disse da Cruz. No entretanto inventou Luis Vilar, pagando os favores que este fez ao PS na gráfica do sindicato dos bancários do Centro, tendo sido feitas, aí, muitas campanhas eleitorais.
Apesar de tudo ter feito para humilhar e derrotar Victor Baptista, Fausto, anos antes indicou-lhe o osso do Governo Civil, nos tempos das vacas gordas.
Baptista foi, assim, inventado por Fausto Correia. O pequenino Luis Vilar foi, igualmente, crescendo, tendo sido imposto por Fausto Correia na lista de Manuel Machado onde, como vereador do ambiente ( ja agora ) criticou veementemente Sócrates e a co-incineração em Coimbra ( já deu entretanto vários golpes de rins e saltos mortais ).
Começa o ciclo negro do PS no distrito de Coimbra. Acrescentando que as vitórias que Fausto obteve no distrito foram igualmente as vitórias de António Guterres. A novidade, agora, é que já nem acompanhar a média dos resultados nacionais o PS em Coimbra consegue! Ou seja, Baptista não conseguiu acompanhar as vitórias nacionais do PS. Nas legislativas, de distrito mais socialista do país passámos a ser os segundos piores, comparando com a média nacional. Nas autarquias foi um desastre total. Nas presidenciais fomos o distrito onde Soares teve o pior resultado.
Subitamente, Fausto aparece a apoiar intransigentemente a figura de Victor Baptista.
Só há uma explicação: luta pela sobrevivência ...e há vários tipos!


sexta-feira, março 03, 2006

ALEGRISTAS REUNIRÃO EM JANTAR PARA DECIDIR POSIÇÃO FACE À DISTRITAL DO PS.

A ameaça da co-incineração

"...Mas voltando a Coimbra e a Souselas, não faz de forma alguma sentido equacionar a co-incineração num território que tem na saúde uma das suas mais pertinentes bandeiras, com dois hospitais de referência na região e o único hospital pediátrico de todo o centro do país, que serve milhares de utentes.Em nome da saúde pública, do ambiente, da qualidade de vida e do bom senso, Coimbra nunca poderia estar na rota da co-incineração. Só a teimosia sem sentido, a obstinação clara de José Sócrates, primeiro como ministro do Ambiente e agora como primeiro-ministro, justificam esta opção. Apesar dos anos que passaram, dos sucessivos argumentos esgrimidos, Sócrates não mudou de opinião e mantém a sua intransigência, num sinal de claro autoritarismo. Hoje como ontem, o Diário de Coimbra entende que o não é a resposta certa e clara à co-incineração em Coimbra. Porque esta não é a melhor solução e coloca em risco a saúde das populações..."
aqui

quinta-feira, março 02, 2006

A XAFARICA DO SR. VILAR.

POIS É NISTO QUE SE TRANSFORMOU O PS/COIMBRA.
QUEM TI VIU E QUEM TE VÊ!

LUIS VILAR LIMITOU-SE NOS ÚLTIMOS 5 ANOS A DIZER SIM AO QUE CANDIDATOS A PRESIDENTES DE CÂMARA LHE DITARAM.
ISTO É SER BOM PRESIDENTE DE CONCELHIA ?
AFINAL A FORÇA DO SR. VILAR É SÓ FOGO DE VISTA.
PERDEU COM O MACHADO QUANDO DEVERIA TER IMPOSTO NOVO CANDIDATO. FOI NUM MÍSERO 4.º LUGAR.
PERDEU DE FORMA HUMILHANTE COM BAPTISTA, INDO IGUALMENTE EM 4.º LUGAR. DEVIA TER PERCEBIDO LOGO QUE FAUSTO NÃO SERIA CANDIDATO , COMPETINDO-LHE ESCOLHER LOGO OUTRO CAPAZ DE NÃO NOS ENVERGONHAR NA DERROTA.


Por tudo isto e porque Luis Vilar já cansa a população, não devia ser candidato.
Já todos perceberam qual é a actual essência de Luis Vilar. Políticozinho cacique, sem competências específicas demonstradas, ex-bancário, sindicalista durante mais de 15 anos. Ninguém lhe conhece qualquer estudo superior ou estudo qualificante numa determinada área, mesmo que fosse na banca, nem ninguém lhe conhece experiência na privada capaz de demonstrar uma qualquer mais-valia de gestão e planeamento do futuro. É assim que o Estado e a política perde credibilidade. Se não provou na sua profissão ser excepcional por que razão tem de, através de um partido, gerir e mandar no interesse colectivo e no dinheiro de todos nós ?


quarta-feira, março 01, 2006

LUIS MARINHO PREPARA GRANDE COMBATE.


POR UM NOVO PS
O ex- Vice-Presidente do Parlamento Europeu e ex-Presidente da Federação de Coimbra do Partido Socialista prepara novos quadros, novos valores e novas práticas e conceitos para se opor a Victor Baptista no próximo Congresso Distrital de Maio do Partido Socialista.

Ao que conseguimos apurar, e foi difícil pois a lei da rolha parece ter sido imposta também aqui, Luis Marinho aparentemente encontra-se no terreno há algum tempo, apesar de ter passado despercebido.

Luis Marinho pretenderá propositadamente uma equipa refrescada, com curriculum e experiência capaz de dar ao PS uma esperança de futuro com valor.

Ao contrário do hábito, mesmo os que se apresentam como alternativa para renovar depois, confrontados com a diferença entre a oratória e a prática, defraudam as expectativas, Luis Marinho pretenderá trazer para a Comissão Política Distrital futura os chamados quadros ofuscados pelas sucessivas lideranças e até oposições.

Quer mudar práticas e métodos, apostar na formação dos militantes, bem como na preparação de quadros que pelas suas apetências e experiências ( mais-valias) serão chamados à responsabilidade de assumir, com plena autonomia, pastas e sectores no partido, de modo à intervenção e resposta política do PS/Coimbra ser qualitativamente elevada, restaurando a confiança dos cidadãos na Oliveira de Matos.